A trajetória por trás de uma especialidade rara no Brasil
Gerontóloga com formação, experiência de campo e passagem internacional no único nicho que une gerontologia e deficiência intelectual/autismo.
7
Anos de experiência profissional
5
Anos de atuação direta em APAE
1
Mestrado em gerontologia
+1
País de experiência internacional
Uma especialidade construída por escolha
O envelhecimento de pessoas com deficiência intelectual e autismo é um fenômeno real, crescente e profundamente negligenciado no Brasil. Quando comecei a trabalhar em uma APAE, me deparei com adultos que estavam envelhecendo e com equipes que não sabiam o que fazer. Essa lacuna me moveu.
5 anos dentro de uma APAE
Foram cinco anos de trabalho direto com adultos com deficiência intelectual e autismo — acompanhando o processo de envelhecimento, identificando sinais ignorados, orientando famílias desorientadas e tentando construir, junto com as equipes, uma prática mais preparada e mais humana.
Essa experiência me deu o que nenhum livro daria: a visão real do que acontece quando o envelhecimento chega e a instituição não está pronta.
Mestrado em gerontologia
A formação acadêmica aprofundou o olhar clínico e científico sobre o envelhecimento — com foco nas especificidades de pessoas com deficiência intelectual e autismo. Uma formação que ainda é escassa no Brasil e ainda mais escassa quando combinada com experiência de campo.
Canadá — onde o tema já é realidade
A experiência no Quebec (Canadá) foi transformadora. Lá, políticas públicas de envelhecimento inclusivo já estão consolidadas. Protocolos existem. Equipes são treinadas. O tema é levado a sério.
Essa vivência internacional trouxe perspectiva, boas práticas e uma compreensão do que é possível alcançar — e que precisamos construir no Brasil.
Como trabalho
Prático, não teórico
O conteúdo parte da realidade de quem cuida. Não de manuais abstratos. Exemplos reais, ferramentas aplicáveis, linguagem acessível.
Respeitoso com a pessoa
A pessoa com DI ou autismo não é objeto de cuidado — é sujeito com história, necessidades e direitos. Isso muda tudo na abordagem.
Focado em transformação real
O objetivo não é informar. É transformar a prática. Cada capacitação é construída para gerar mudança concreta na atuação de quem participa.
Porque ninguém mais estava fazendo
Em 2024, o Brasil tem milhares de adultos com deficiência intelectual e autismo envelhecendo em instituições, em casas, com famílias que não sabem para onde olhar. E há pouquíssimos especialistas preparados para acompanhar esse processo.
A VitaInclusa existe para mudar isso. Um treinamento, uma instituição, uma família de cada vez.